ARTE COLONIAL

É o segundo volume de ARTE BRASILEIRA PARA JOVENS. Este é um tema tão amplo que abrange por volta de 300 anos durante os quais temos os estilos maneirista, barroco e rococó. As obras são em sua maioria as fortalezas e as construções civis e religiosas do litoral até o século 17, e no século seguinte no interior, em especial Minas Gerais.

As primeiras construções foram as fortalezas, para defenderem as vilas e cidades litorâneas. Os arquitetos eram militares e posteriormente padres jesuítas que fundaram vilas e construíram igrejas e conventos. De arquitetura simples eram aquelas construções dos séculos 16 e 17 denominadas de maneiristas e mais complexas no século 18 quando apresentam ricos interiores com talhas douradas e fachadas mais elaboradas, além de curvas feitas em pedra.

As obras analisadas começam com as primeiras vilas, cujo urbanismo adapta-se à topografia, determinando a cidade baixa onde se localiza o porto, e a cidade alta que, à maneira portuguesa, edifica igrejas, conventos e a casa de câmara e cadeia nas praças públicas. É o caso de Salvador, a primeira capital colonial.

Seguem-se as tipologias das igrejas jesuíticas desde São Miguel das Missões (RS), e de outras ordens religiosas bem como suas ornamentações, como a talha e a pintura das escolas do Nordeste. Cada uma dessas manifestações é apresentada com exemplificações caracterizando os aspectos formais, visando facilitar a identificação como aquelas da arte mineira do século 18 e seus artistas mais representativos - Aleijadinho e mestre Ataíde.

 Os termos e denominações das partes, seja da arquitetura, seja da ornamentação, são acompanhados de um glossário básico. Por fim são exemplificadas algumas festas populares que tiveram origem naquele período, entre os séculos 16 e 19.