O SÉCULO 19 – A ARTE IMPERIAL

Apresenta a ideia de tentativa de construção da nação brasileira através das artes plásticas e de monumentos em praças públicas. O academicismo começa com a transição da pintura religiosa para as pinturas de gêneros, com os ensinamentos do neoclassicismo implantado pela missão artística francesa no início do século 19. Seus primeiros discípulos e artistas viajantes desde o reinado de D. João V, seguindo os períodos dos dois impérios, glorificaram as ações e feitos de seus governantes.

Neste volume SÉCULO 19 – ARTE IMPERIAL são analisadas obras que fazem parte principalmente do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro – como Morro de Santo Antônio de Nicolau Antonio Taunay, A Primeira Missa no Brasil e A Batalha de Guararapes , ambas de Vitor Meirelles de Lima ou ainda o conhecido  gênero histórico de  O Grito do Ipiranga  , de Pedro Américo, este no Museu Paulista  da USP, em São Paulo.

Ainda da Pinacoteca do Estado dessa cidade, Amolação Interrompida de Almeida Júnior.

Ao longo dos textos podemos apreciar as pinturas de gêneros como histórico, natureza morta, paisagem e alegorias. As análises vão desde a construção dos quadros até apontamentos sobre a técnica: óleo sobre tela, caderno de artista, desenho, aquarela, esboço e estudo acadêmico.

A arquitetura também se faz presente nas análises ou apresentações de obras como O Passeio Público de Mestre Valentim no Rio de Janeiro, ou o Teatro Santa Isabel de Vauthier, no Recife. As esculturas de praças públicas são aquelas que glorificam o Império como o Monumento a D. Pedro I, feito em Paris e montado no Rio de Janeiro, ou a Praça XV na mesma cidade que foi capital imperial.